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bernardovieira0

Temer é O Presidente Mais Eficiente Na Conexão Com O Congresso Desde 2018

5 Ideias Pra Economizar Na Reforma


RESUMO Autor sustenta que, desde no mínimo 1995, Temer é o presidente mais eficiente pela relação com o Congresso, aprovando mais proposições a um gasto relativamente baixo. A chave está na gerência da coalizão, com uma apoio insuficiente heterogênea ideologicamente e uma divisão de poder proporcional ao peso de cada aliado. O funcionamento de Michel Temer (PMDB) nas tuas relações com o Congresso não faz o pequeno sentido.


O que se observa, contudo, é pontualmente o inverso. Além do mais, iniciativas da oposição que visam a constranger o presidente têm sido bloqueadas no Congresso, e as duas denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal foram rejeitadas. Mais estupendo, Temer conseguiu todas estas vitórias mantendo sua coalizão estável a um gasto agregado relativamente pequeno. Como um presidente com esse perfil poderá ser tão produtivo nas suas relações com o Congresso?


Como Temer poderá ser tão Decoração De Escritórios os eleitores e tão popular entre os deputados e os senadores? A chave deste suposto enigma está na gerência da coalizão. Temer tem-se saído incrivelmente bem em uma tarefa típica de todo presidente num sistema político multipartidário, no qual o partido do chefe do Executivo em geral não desfruta de maioria no Legislativo.


A ocorrência é diversa daquela geralmente verificada no presidencialismo bipartidário dos Estados unidos, onde a Casa Branca costuma contar com apoio bastante no Capitólio. Ou seja, de um governo dividido, intrinsecamente minoritário, espera-se maior periodicidade de paralisia decisória, de conflitos entre o Executivo e o Legislativo e, por ventura, de problemas de governabilidade, com o presidente sendo refém do Congresso e impedido de realizar "progressos".


Se valesse essa visão aritmética pra presidencialismos multipartidários, a circunstância de governo dividido seria observada pela maioria dos casos. Nos dezoito países latino-americanos nos quais predomina a união de presidencialismo com multipartidarismo, em apenas 26% das vezes a legenda do presidente ganhou maioria de cadeiras no Congresso. Em conexão ao Brasil pós-redemocratização, isto só aconteceu nas eleições de 1986 pra Assembleia Nacional Constituinte, quando o PMDB de José Sarney conquistou a maioria esmagadora dos assentos pela Câmara e no Senado.


Os presidentes pós-Sarney não tiveram a mesma sorte. Seus partidos ocuparam no máximo 20% dos lugares na Câmara e 27% no Senado. Para governar numa condição a princípio adversa como essa, é preciso elaborar e sustentar coalizões majoritárias pós-eleitorais. Cabe mostrar que esse arranjo está longe de ser especificidade brasileira.


A rigor, dois terços das atuais democracias são presidencialistas ou semipresidencialistas e tipicamente são governadas por coalizões multipartidárias. Aprenda Prontamente As Etapas De Um Orçamento Perfeito! poderes, o chefe do Executivo teria condições de governar a um custo relativamente miúdo, aprovando a tua agenda em um local previsível e de cooperação com o Legislativo. Entretanto, nem sempre é deste jeito. Existe extenso alteração em tão alto grau pela taxa de sucesso das iniciativas legislativas de autoria do Executivo quanto nos custos que o presidente enfrenta para aprovar essas medidas (ou bloquear ações indesejáveis da oposição). O gráfico abaixo expõe essa comparação para os últimos 7 governos brasileiros.



  • Enfeite de Geladeira feito com Caixa de Leite

  • oitenta e nove "Freeza briga sem utilizar as mãos" A Disputa Continua oito de Maio de 1991

  • 6 - Esteja pronto pra incidentes

  • (Gui Morelli/Divulgação)

  • 10/13 (Richard Bryant/Divulgação/CASACOR)

  • 5 - Prateleiras

  • 32 - Destinos Nacionais




A linha rosa representa a curva de tendência do custo de gerência da coalizão dos presidentes brasileiros, durante o tempo que os pontos rosas exprimem o gasto real mensal. A linha azul-clara remete à quantidade de propostas legislativas de autoria do Executivo enviadas para o Congresso, e a linha azul-escura indica quantas destas iniciativas foram aprovadas.


Ou melhor, o gráfico mostra a competência do presidente na gestão de tua coalizão: um governo eficiente aprova mais proposições a um gasto relativamente baixo. Orçamento anual e que o presidente exerce. Desses três fatores resulta um índice sintético de custos de governo (ICG)1, que permite comparar o nível de recursos disponibilizado pelo presidente aos membros da sua coalizão e ao teu respectivo partido.


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